Manel Armengol vive e trabalha em Barcelona. Estudou jornalismo e fotografia e durante os anos 70 anos dedicou-se à reportagem fotográfica para imprensa, como fotojornalista independente para diversos diários e revistas de Barcelona e Madrid. As fotografias da repressão policial contra uma manifestação pacífica pela liberdade, em Barcelona (1976), constituíram o primeiro passo de reconhecimento do autor no mundo da foto-reportagem, depois de serem publicadas na imprensa internacional. Durante quatro anos realizou numerosas reportagens políticas e sociais em viagens como correspondente a países do Oriente e América Central ou Estados Unidos.
No início dos anos oitenta sofre um grave acidente que o obrigou a uma convalescença longa e a abandonar quase definitivamente, o fotojornalismo. A partir desse momento Armengol assume uma mudança temática na sua obra e na forma de abordar a fotografia. Recupera o preto e branco no início dos anos noventa e fotografa a natureza em grande formato para a série Elementos.
Expõe pela primeira vez em 1980 na Galería Spectrum-Canon, de Barcelona. Desde aí tem exposto regularmente destacando-se nos últimos anos os Retrats d'Herbes no Instituto Botánico de Barcelona, 2005, Herbarium, Triangle Gallery, Barcelona, 2008, MANEL ARMENGOL. TRANSIÇÕES. 70s em Espanha, China, Estados Unidos”, no Arquivo Municipal de Lisboa/Arquivo Fotográfico e Terrae, Galeria Tagomago, Barcelona, 2009.
Editou vários livros dos quais se destacam: El jardín de los Guerreros (1976), Voices of Water e Memories of Winds (2001), Herbarium (2007), Terrae (2009). Está representado em numerosas colecções privadas e públicas de Espanha, Estados Unidos e Japão, entre as quais a colecção permanente do MNAC (Museu Nacional d’Art de Catalunya) e a Fundació Foto Colectania em Barcelona.
